quarta-feira, 29 de abril de 2009

Pessoas..



Cada dia aprendendo algo novo.

Com pessoas novas,

Com pessoas antigas,

Com pessoas vividas,

Mas, sempre aprendendo.

Coisas boas,

Coisas ruins.

Compartilhando experiências

E desabrochando seus botões mais escondidos.

Aqueles que você nunca pensou desabrochar ANTES.

Porque existem pessoas e pessoas.

Pessoas que te fazem pensar.

Que te fazem abstrair.

Que te fazem se divertir.

Que te fazem emocionar.

Que te fazem sorrir ou chorar.

Pessoas importantes

E indescartáveis.

*Pessoas que sei guardar.

*Que posso contar.

Simplesmente, pessoas.




"As pernas tremeram, os olhos perderam o foco, a cabeça saiu da órbita. E o mundo parou por um minuto." *-*


Uma foto antiga, pra recordações recentes.



segunda-feira, 27 de abril de 2009

Meu resumo!


A vida se resume a:
~Não expressar o que sentes;
~Expressar o que não sentes;
~Magoar a quem gostas;
~Magoar a quem gosta de ti;
~É simples!
~E triste.
~Mas, é o MEU resumo!
~Faça o seu!

domingo, 26 de abril de 2009

Relembrando coisas..

Férias!

Que saudade! Nada a declarar.
Apenas a saudade dos dias na praia levando sol, vento e sereno!
Mesmo não gostando tanto de sol.
Faz falta passar uma tarde caminhando, conversando, tocando a velha viola e rindo com amigos. Com amigos, de verdade. Mas, enfim.. nada a declarar!

Eu não te faço pensar? ~Você que pensa! ;D

=]


"Perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom. Daqui, não. Eu vivo a vida na ilusão entre o chão e os ares vou, sonhando em outros ares vou. Fingindo ser o que eu já sou, fingindo ser o que eu já sou. Mesmo sem me libertar, eu vou!"

quinta-feira, 23 de abril de 2009

É de mágica que eu dobro a vida em flor!


~é difícil pra você entender o que eu penso? ~pra mim também! ;D
~mas, eu não faço questão que entendas. ~apenas ouça!


"Pois é até onde o destino não previu, sei mais atrás. Vou até onde eu conseguir. Deixo o amanhã e a gente sorri que o coração já quer descansar"

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Pai (L)


Painho, eu o amo! Não existe homem feito ele! Perfeito! \o/ Meu Gordo! ^^ *-* Há um menino, há um moleque, morando sempre no meu coração Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão Há um passado no meu presente, o sol bem quente lá no meu quintal Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão Ele fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver Não posso aceitar sossegado qualquer maldade ser coisa normal Bola de meia, bola de gude, o solidário não quer solidão Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Ser feliz, faz parte da vida!

Me pergunto o que quero mais da vida!
Se eu tenho pessoas ao meu lado que me fazem rir!
E de vez em quando me fazem até chorar... de rir!


Mais nova apaixonada pela vida! =D




"Quando eu falava dessas cores mórbidas, quando eu falava desses homens sórdidos, quando eu falava desse temporal, você não escutou. Você não quis acreditar mas isso é tão normal.."

Isso aqui tá cheio de teia de aranha!

"Se sacrifício fosse fácil se chamava sacriFÁCIL!"



sábado, 8 de novembro de 2008


Ah, a sociedade das aparências, a sociedade de faces. Pela manhã, juntos, vamos à rua e compartilhamos um singelo cachorro-quente. À noite, em camas separadas, geograficamente, dormimos.
O porquê de seguirmos uma sociedade tão hipócrita em seus conceitos, não sabemos. Mas, sabemos o que é necessário. E seguir tais regras no século XXI é de extrema necessidade. Quem propôs regras tão ridículas e contraditórias, não sabemos. Mas as seguimos como meio de sobrevivência. Recordamos os que a pouco foram de encontro a elas e tiveram seu destino desviado. O porquê não sabemos. Talvez os núcleos atômicos se encontrem, daí uma repulsão e um distanciamento brutal. Foi o que interpretamos quando paramos de pensar em nós e fomos refletir sobre o sugerido assunto. Sobre a sugerida sociedade.
O homem, em geral, é uma marionete. Sim. Uma marionete desta sociedade. Quando nada está bem recorre-se a ela.
Em casa rumos contrários. Tortuosos e perdidos são os rumos. Porém, nas ruas da nossa bela Recife caminhamos com as mãos dadas e um único objetivo: Voltar para casa e não ter a necessidade de demonstrar aos outros tão bom estado de espírito, tanta felicidade. É porque ela existe para ser demonstrada às outras pesoas, as quais não conhecemos. Temos que mostrar a elas como somos aparentemente felizes. Por enquanto não nos preocupamos em mostrar ao nosso, em nossa humilde casa, como é ser feliz de verdade.
Não sabemos o que pode vir a ser isso. Ser feliz de verdade. Nesta nossa íntima e feliz sociedade estamos desaprendendo o significado desta palavra, verdade. Cremos que sim. Concordamos que daqui a alguns anos ela será esquecida por falta de uso. Então nesta causa Lamarck tinha razão, é a lei do uso e desuso, pois bem.
Fomos pesquisar mais sobre assunto. Descobrimos que em nossas sutis vidas, cheias de hostilidades e compreensões forçosas, ao menos temos uma aparência feliz e ela pode tornar outras pessoas felizes ou pode despertar uma inocente inveja residual nos animaizinhos que nos cercam, tão tolos, frágeis e inodoros. Pobres animaizinhos, são como nós, tão inocentes que não são capazes nem de concluir um manifesto, ou um “protesto tímido”, como diria Drummond. Podemos considera-los tão singelos e sensíveis que ,por humilde comparação, os achamos tão semelhantes a nós. Sim, a nós. Claro, não somos animaizinhos, somos capazes de concluir um protesto tímido e aguardar os próximos, porque somos nós que estamos redigindo o texto. Se não o fosse seriamos igualados a estas hereditárias criaturas, as quais guardam em si todos os rancores e descrenças desta tímida sociedade aparentucial, perdoem o neologismo.
Observando os feitos de Maquiavel, recordamos uma frase bem compatível a esta realidade tão casual como a nossa. É completamente aceitável que “os fins justificam os meios”. Mas, é claro que antes de realizarmos qualquer feito pensaremos no nossos semelhantes, queremos dizer, nestes animais que nos cercam e roçam nossas pernas em busca do restinho que ficou no nosso prato de almoço.
20 de outubro de 2008.

sábado, 25 de outubro de 2008


É impressionante nossa capacidade de sentir o outro, de se pôr no lugar do outro e de ocupar a dor dele. Nós, seres humanos, somos revestidos de capacidade. Capacidade de tramar, maquinar, induzir, perverter, inverter, intervir. Não me excluo desse grupo de transeuntes eternos. Mas, dando a César o que é de César, os seres humanos são muito incapazes mesmo. Incapazes. Não de tramar, mas de auxiliar. Não de perverter, mas de orientar ao nascente. Não de inverter, mas de reverter.
É interessante como nos valorizamos a um todo. Somos deuses, astros e quase seres imortais (se a mitologia não tivesse se iniciado na Grécia, com toda certeza hoje ela estaria a todo vapor). Somos inteligentes, hábeis, críticos, pessimistas e interessantes. É, interessantes. Já parou pra imaginar quantos psicólogos que se julgam normais param para nos 'orientar'. Alguns deles terminam sendo orientados por nós. Os pobres de alma e espírito que não precisaram de ensino superior para entender as outras criaturas. Interessantes, não?
Uma catástrofe. Pode-se considerar que sim. A catástrofe da existência. Deus nos fez a sua face e semelhança, não foi isso? Ou estou enganada? Se esse Deus for igual a mim.. Nossa, a partir de hoje duvidarei dele. Um grande problema é gerado aí. O humano se julga imagem e semelhança do divino, se considera divino, consequentemente. Onde já se viu, um serzinho ridículo, limitado e omisso ser divino. Só se for para dar boas gargalhadas.
É essa vida agreste, que nos dá uma alma agreste, estou certa Graciliano? A culpa é do sistema. Já parou pra pensar se não fossemos racionais o suficiente para a criação destes sistemas? Com certeza não, a não ser um transeunte mais desocupado assim como eu. Tão pouco duvido certa vez terem parado numa avenida para observar outros transeuntes como vós e como eu. Neste ponto eu concordo que nunca o fiz também.
Enfim.
Mein Kanf.
21 de outubro de 2008.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

N - Nando Reis

E agora, o que eu vou fazer?
Se os seus lábios ainda estão molhando os lábios meus?
E as lágrimas não secaram com o sol que fez?
E agora como posso te esquecer?
Se o seu cheiro ainda está no travesseiro?
E o seu cabelo está enrolado no meu peito?
Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo
Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
e te beijar
de novo
E agora, como eu passo sem te ver?
Se o seu nome está gravado no
meu braço como um selo?
Nossos nomes que tem o N
como um elo
E agora como posso te perder?
Se o teu corpo ainda guarda o
meu prazer?
E o meu corpo está moldado
com o teu?